Verena^Å^


Desejo a todos vocês, um Ano Novo cheio de sucessos e que o ano 2006 nos traga paz, amor felicidade e harmonia.
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Desejo a todos vocês, um Ano Novo cheio de sucessos e que o ano 2006 nos traga paz, amor felicidade e harmonia.
Queria saudá-los por mais uma vez estarem aqui reunidos e desejar a todos, nesse ano que se inicia, um período próspero, com muita felicidade, saúde e realizações.
Nesse ano que desponta, façamos uma coisa: joguemos fora essas tralhas que carregamos durante todo esse tempo, aproveitemos todos os momentos bons ou ruins para que nos sirvam de aprendizado.
É imperativo que comecemos este ano mais leves.
Vamos aproveitar este momento mágico para realizarmos tais mudanças.
Vamos jogar fora nossos preconceitos, nossa falsa moral, aquele orgulho...
Comecemos por perdoar aquele que julgamos ter-nos feito algo. Tentemos pelo menos, façamos esse pequeno esforço.
Vivamos sempre alegres, esqueçamos as mágoas, são coisas já passadas que não vão servir-nos para nada. Serão erros e mágoas que iremos carregar.
Tenhamos certeza disso: quanto mais leves nos tornarmos, mais facilmente passaremos pelas lições que a vida nos apresentar.
(Irmão Josué)
Daqui a alguns instantes, mais um ano findará...
E cada um estará no seio de sua família, com o coração alegre, esperando que o ponteiro do relógio marque um minuto após o dia de hoje. Então, abraçarão e desejarão, uns aos outros, muita saúde, paz, amor e prosperidade, ainda que contem com a sorte para que o ano que se inicia seja melhor e mais produtivo, em todos os sentidos da vida.
Mas, em muitos corações, já existe um aprendizado um pouco maior, construído neste ano que se encerra. Por isso, neste abraço, neste momento onde a boca levará palavras aos ouvidos de tantos, desejam, verdadeiramente, saúde, paz amor e prosperidade.
Então, amigos, compreendam que a saúde não é conseguida pela sorte, mas que ela vem para aquele que, harmonicamente, trilha cada dia conscientemente, prestando atenção a tudo que acontece ao seu redor e tendo alegria por estar vivo, no seu coração.
Compreendam que a paz é conquistada quando a mente consegue imaginar todas as pessoas vestidas de luzes, agradecendo à vida por mais um dia que se inicia e que, de mãos unidas, trabalham pelo crescimento de todos.
Compreendam que o amor é não maltratar o próximo, é não julgar as opiniões, as condutas que ainda estão sendo trabalhadas dentro de cada um. Mas antes, é respeitar as escolhas do outro. É, verdadeiramente, querer que ele cresça através da sua própria força interior, através da sua própria capacidade.
Compreendam que a prosperidade, se não for buscada de mãos unidas, uns com os outros, tardará a chegar.
Falou-se hoje em esforço, em trabalho, em ajuda, em boa vontade e estes são os segredos maiores da nossa existência. Não poderemos ser felizes olhando a infelicidade que está atrás de nós; não poderemos ser felizes enquanto alguém passar fome. E esta consciência já existe na maioria das pessoas.
Então, juntos, nós que estamos no plano espiritual e vocês, abracemo-nos fraternalmente, abrindo os nossos corações de forma verdadeira, desejosos de progresso para todos. Para que este ano não viva da sorte, mas viva do trabalho, viva das mentes felizes, dos corações alegres por serem capazes de andar com os próprios pés.
O plano espiritual se faz presente, neste instante, abraçando com muito carinho a todos vocês. Recebam a benção do Pai que sai dos nossos corações e, como uma ponte luminosa, chega ao coração de todos vocês.
Muita clareza, muito amor, muito respeito, muito companheirismo, muita ajuda para que este ano seja trilhado a força e a fé, unindo a todos.
(Um irmão de luz)
Ano novo!
Novo ano!
Novo ser!
Hoje um novo ano se inicia. Que ele possa trazer a todos vocês a bondade, a meiguice, a caridade, o perdão.
Que no coração de cada um de vocês possa surgir o amor - o amor pelo próximo, o amor pelo Pai, o amor por vocês mesmos.
Sim, amor por vocês mesmos. amem-se muito, conheçam-se profundamente, pesquisem seu "eu" interior e corrijam todas as falhas que por ventura existirem.
Aparem as arestas. Que arestas? As do orgulho, do egoísmo, da vaidade.
Permitam que nasça um novo ser neste novo ano que desponta.
Permitam que este novo ser seja mais cordato, mais tranqüilo, com uma paz de espírito muito grande.
Joguem fora aquele "ser" velho, carcomido, alquebrado pelos defeitos e vícios.
Surjam como um novo ser, um ser novo, junto com este novo ano que acaba de nascer.
Que suas vidas possam, com as bênçãos de Deus, ser permeadas de muita alegria, muita saúde, muito amor e muita luz.
Que Deus os abençoe agora e sempre!
(Um irmão de luz)
Aproveitando esta oportunidade, gostaríamos de trazer a todos vocês, na noite de hoje, uma pequena e rápida colocação.
Esperamos, ansiosamente, que vocês possam ter a coragem e a força de fecharem, nem que seja por alguns minutos apenas, o livro de suas vidas.
Deus criou, a cada um de nós, sem a nossa participação. Enviou-nos uma brisa suave que nos entregaria a essência de amor, que cada um poderia enviar e distribuir mais tarde. E, generosamente, permitiu que cada um escrevesse a sua história.
Mas o homem, envaidecido, preocupou-se antes mesmo de começar a escrever as páginas da sua vida, a preparar para este livro uma capa cheia de alegorias, para que os olhos de todos os outros pudessem olhá-la e dizer: "que coisa linda!".
Começou a escrever as páginas imaginando a história e, em muitas, só colocou sofrimento. Se este homem tivesse se lembrado de colocar na primeira página sua verdadeira origem, introduzindo neste livro a sua história, não teria se perdido.
Mas há tempo... É por isso que pedimos que cada um possa fechar o seu livro por alguns instantes e ter a coragem, que os torna bastante virtuosos e a força para começar a escrever a sua origem. E seguir as páginas firmemente, em cada colocação.
Aí está, amigos, o homem virtuoso. Que olha para dentro de si e pede, por instantes, que aquela brisa refresque o seu coração e a sua mente. Para depois partir para escrever, nas páginas que se seguirão, seus momentos de grandes qualidades. Momentos estes, distribuídos a todos os que estão diante deste livro.
Que na noite de hoje possam lembrar, com alegria, Daquele que escreveu o Seu livro e contou a Sua história, na simplicidade da Sua alma.
Força, coragem, amor distribuído, abraço sincero de corações que se entrelaçam para, juntos, poderem sentir que também devem ser bons, porque somos os responsáveis pela nossa própria história.
Muita paz a todos, muita saúde, muita prosperidade e uma noite bastante tranqüila.
(Um irmão de luz)
O Natal é uma festa cristã que marca uma Solidariedade Universal. Isso, porque foi no dia 25 de dezembro que nasceu Jesus Cristo, filho de Deus. Como toda festa religiosa, o Natal é cheio de símbolos.Alguns deles são:
Presépio - os três Reis Magos: Melchior, Baltasar e Gaspar foram guiados pela estrela de Belém, até chegarem ao local do nascimento de Jesus, levando em oferenda ouro, incenso e mira. A visita relatada no Evangelho de São Mateus, não traz tantos detalhes, mas, ao longo dos séculos, foi-se acrescendo a esse episódio uma série de dados que deram ao perfil peculiar a essas três figuras. O presépio conta essa estória e ainda ilustra o cenário bucólico do nascimento de Jesus.
Árvore de Natal – extraída dos ritos pagãos, a árvore simboliza a chegada da primavera (o natal foi primordialmente comemorado no Hemisfério Norte, onde dezembro é inverno). Do ponto de vista religioso, o verde da árvore simboliza esperança. Dizem também que sua forma triangular significa a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Papai Noel - sua origem se perde no tempo e, para muitos, não passa de uma imagem legendária, produto do imaginário popular. Há, porém, os que vinculam a figura de Papai Noel à do bispo São Nicolau, que teria vivido na cidade de Mira, na Ásia Menor, no século IV. Foram atribuídos a ele vários milagres, mas o que marcou definitivamente foi sua bondade e a prática de distribuir presentes entre as crianças. Como o Natal é a festa cristã que marca a Solidariedade Universal, a imagem do bom velhinho foi vinculada à celebração do nascimento de Cristo.
Fonte: UFGNet
Happy Xmas Yoko
Feliz Natal, Yoko...
Happy Xmas John
Feliz Natal, John...
So this is Xmas
Então isto é Natal,
And what have you done
E o que você tem feito?
Another year over
Outro ano terminou
And a new one just begun
E um novo [ano] mal começou
And so this is Xmas
E então isto é Natal,
I hope you have fun
Eu espero que vocês divirtam-se:
The near and the dear one
O próximo e o querido,
The old and the young
O velho e o jovem...
A very Merry Xmas
Um Natal muito alegre,
And a happy New Year
E um feliz Ano Novo !
Let"s hope it"s a good one
Vamos esperar que seja um bom [ano]
Without any fear
Sem qualquer medo.
And so this is Xmas
E então isto é Natal,
For weak and for strong
Para os fracos e para os fortes,
For rich and the poor ones
Para os ricos e para os pobres,
The world is so wrong
O mundo está tão errado...
And so happy Xmas
E então Feliz Natal !
For black and for white
Para os negros e para os brancos,
For yellow and red ones
Para os amarelos e vermelhos.
Let"s stop all the fight
Vamos parar toda luta...
A very Merry Xmas
Um Natal muito alegre,
And a happy New Year
E um feliz Ano Novo !
Let"s hope it"s a good one
Vamos esperar que seja um bom [ano]
Without any fear
Sem qualquer medo.
And so this is Xmas
Então isto é Natal,
And what have we done
E o que você tem feito?
Another year over
Outro ano terminou
A new one just begun
E um novo [ano] mal começou.
And so happy Xmas
E então Feliz Natal !
We hope you have fun
Nós esperamos que vocês divirtam-se:
The near and the dear one
O próximo e o querido,
The old and the young
O velho e o jovem.
A very Merry Xmas
Um Natal muito alegre,
And a happy New Year
E um feliz Ano Novo.
Let"s hope it"s a good one
Vamos esperar que seja um bom [ano]
Without any fear
Sem qualquer medo.
War is over, if you want it
A guerra terminou, se você quiser isso.
War is over now...
A guerra terminou agora...
Happy Xmas
Feliz Natal !
Hoje recebi a permissão de vir, através de uma médium, colocar em palavras uma pequena passagem vivida em uma das minhas existências na Terra.
Reencarnei num meio pobre e, por teimosia, fugi sempre das lições que meus pais, simples, tentavam me passar. Moço ainda, num momento bastante pensado, tirei uma carteira da bolsa de uma senhora que ocupava o mesmo espaço que eu dentro de um ônibus. Resolvi buscar facilmente, embora de forma arriscada, um pouco de alimento para alguns dos meus amigos para quem, assim como eu, a vida não quis sorrir muito. Porém, ao sair do ônibus em que estava, não contava com a gritaria e um carro de policiais, bem próximo. Fui ferido com um tiro na mão esquerda e pelo ferimento profundo acabei perdendo a mão.
Solto, voltei às ruas e, sem dúvida, me revoltei. Não tinha instrução nenhuma, cursei apenas o primeiro grau. Nunca quis saber de conselhos, que dirá algo que falasse de Deus...
Minha vida ficou bastante difícil, não trabalhava. Agora, o que poderia fazer? Mas numa próxima tentativa de assalto, essa existência foi brecada e, graças a Deus, morri de forma trágica. Além dos tiros em meu corpo, minha mão direita foi bastante danificada também.
Mas como a bondade sempre nos atinge, depois de muito sofrer, tive a oportunidade da volta. E mais bem preparado, usei minhas mãos para buscar minha sobrevivência da maneira natural, trabalhando.
Voltei ao mesmo meio econômico, ou seja, pobre. E meus amigos foram ajudados pelo meu coração. Eu os amei, pois o que eu ganhava dava apenas para sustentar meus pais e irmão, mas os amigos, esses sempre tiveram o amor e a força que saía de dentro de mim, desejando a todos um trabalho sincero e constante.
Temos muito para oferecer e este muito vem do que se é. Se cada um soubesse usar suas mãos, seus olhos, seus ouvidos com o amor que vem do coração, não perderíamos nada, só doaríamos. Que Deus ame a todos e que o amor de todos possa sempre crescer.
(Irmão José Luís)
DEIXE-ME VIVER
DEIXE-ME VIVER
Autor: Irene Pacheco Machado / Esp. Luiz Sérgio
Editora: Ed. Recanto
Número de páginas: 257 págs
Sinopse: O homem precisa da escola terrena para progredir e busca o corpo físico para resgatar suas faltas pretéritas. Preocupados com as rejeições que vêm ocorrendo em relação à gravidez, a Espiritualidade superior dotou a Ciência de meios para amenizar a violência cada vez maior praticada contra os Espíritos que precisam de um corpo carnal, de forma que a mulher possa evitar uma gravidez, sem que seja necessário valer-se de ato tão selvagem e indigno como é o aborto.
Capítulo XII
BANHO DE LUZES A MÁQUINA HUMANA
Se o encarnado buscasse as verdades espirituais, não viveria nas trevas da ignorância. Quem conhece as conseqüências de um aborto jamais o comete. Por falta de esclarecimento muitos males acontecem na Terra-o aborto, um deles. Quantos casais planejam a chegada do bebê, entretanto, quando a criança não está nos seus planos, é expulsa de maneira cruel através do assassinato.
Já de volta à Colônia dos Rejeitados, fui com meu grupo até o auditório onde uma platéia muito estranha ouvia atentamente uma preleção de Olavo. Olhei aqueles corpos, sem encontrar palavras para descrevê-los. Alguns espíritos, bem deformados, possuíam rosto de criança e corpo de adulto; outros, corpo de criança com braços e pernas de adulto.
Olavo tecia comentários sobre o porquê de o homem se dizer dono de si mesmo, sempre pronto a rebelar-se contra a sociedade, dizendo-se livre, porém, na hora da verdade, tudo fazendo para não assumir os fatos:
- O desejo está em oposição às tendências morais. A mulher só pratica o aborto quando se sente incapaz de assumir uma vida, sendo esta a causa de muitas buscarem ajuda nas clínicas abortivas. Mas os abortados precisam conscientizar-se de que o aborto é um ato físico e o espírito não deve ficar reavivando os fatos tristes que enfrentou. Sei que carrega no corpo a chaga da rejeição, mas nem por isso deve considerar-se rejeitado. Cada cérebro é uma casa, um mundo, enfim, um universo, e somente seu dono pode arrumá-la. Se ficarmos ornamentando nossa casa, nosso mundo, com os enfeites da revolta, da vingança, do ódio, teremos um cérebro perturbado e uma casa mental em desalinho, fugindo do universo de Deus. Sabemos que no momento do violento aborto o cérebro, defendendo-se, deseja, em alguns segundos apenas, dar outra vez nova modelagem ao corpo. Nesse desespero ocorrem as anomalias da forma perispiritual. Não esqueçamos que, para chegar à condição de feto, tivemos de aprender a nos concentrar de tal modo que, por vontade própria, déssemos ao corpo perispiritual a forma diminuta.
Olavo mudou o tom da voz, falando suave e pausadamente:
- Agora, neste auditório, vamos olhar as lâmpadas que se encontram no teto e vamos dar um novo colorido à nossa casa mental. Vamos, ainda, buscar no inconsciente o apagador e, depois de ter retirado da nossa mente os fatos cruéis já vividos, vamos fazer crescer a vontade da cura e plasmar com amor um corpo perfeito para nós. Vamos fixar as lâmpadas e agora, como se fôssemos pintores, tocar cada parte do nosso corpo, dando-lhe as formas das quais ele precisa.
Estabeleceu-se completo silêncio. As luzes ganharam uma nova irradiação e todos aqueles espíritos, de olhos bem abertos, fixavam as lâmpadas para depois cerrarem os olhos e pouco a pouco foram moldando, cada qual, um novo corpo. Quando olhei novamente aqueles corpos, antes tão deformados, pude constatar que agora voltavam a possuir uma forma mais equilibrada.
Olavo parabenizou-os:
- Conseguiram! De hoje em diante todos sabem que a chave da felicidade se encontra dentro de nós e que, para viver em paz, precisamos amar a Deus e ao próximo.
Muitos não conseguiram conter o pranto, tal a emoção que os dominava, ao perceberem que a cura havia-se operado. Terminada a sessão de terapia, vários enfermeiros foram retirando
os irmãos. Não eram mais crianças, eram espíritos que haviam retomado à sua antiga roupagem perispiritual. Acerquei-me de Hápila e indaguei:
- Será que o ódio acabou?
- Acho que não, ainda terão de buscar novos tratamentos.
- Irmão, até que foi fácil o retomo à forma antiga...
- Sim, Sérgio. Pode ter-nos parecido fácil, mas não sabemos quantas sessões de terapia eles tiveram com Olavo.
Enquanto nós dois conversávamos, Olavo aproximou-se.
- Como passam, garotos?
- Graças a Deus, muito bem.
- Por que a visita, desejam algo?
- Estamos aqui em estudo e ficamos boquiabertos com o que ocorreu neste recinto.
- De quantas sessões eles precisaram?
- Não sei, foram tantas, que perderia meu precioso tempo se fosse contá-las. O importante é que cada qual buscou no interior da alma os elementos psíquicos adquiridos ao longo da vida uterina, procurando descobrir quais foram os acontecimentos que mais o marcaram, se a redução da forma física ou, principalmente, a violência da hora do aborto.
- O que faz para ganhar a confiança desses doentes, irmão?
- Acho, Luiz Sérgio, que eles enxergam em mim um defensor da verdade e notam a minha inquebrantável fé na razão.
Além do mais, sempre gostei de crianças. Durante vários anos, quando encarnado, trabalhei numa clínica neurológica para crianças.
Hoje usei o sono hipnótico, fazendo-os recordar as circunstâncias que deram origem às suas deformações perispirituais.
Só isso foi feito, meu amigo.
- Eles voltarão a reencarnar através da mesma mãe?
- Penso que não, nem acho prudente recolocarmos alguém que já sofreu tanto ao lado dos seus algozes. Pode parecer benéfico para ambas as partes, mas, como estudioso do inconsciente, acho injusto tal procedimento. Foi gratificante observar a felicidade daqueles espíritos antes tão deformados. A violência na Terra, a cada instante, faz tombar uma vítima. Os anos passam, mas o mundo interior de cada homem não muda, talvez porque em cada ser exista um universo ainda com regiões desconhecidas da própria ciência.
- Sabemos que o irmão sofreu muito quando encarnado e o seu país vivia momentos difíceis. Como conseguia manter seu equilíbrio?
- Convivendo com desequilibrados, sentia-me um rei, mesmo com todas as dores por que passei, não só com os bisturis e os médicos, como também em ver o meu país dominado. A
doença cruel, que ia corroendo-me pouco a pouco, era a companhia diária. Mas tudo teve um fim. Entretanto, a separação da pátria amada foi o pior. Sou um homem que sempre acreditou no ser humano e luta para que todos sejam felizes. Quando o inimigo batia à minha porta, eu via nele a outra face, aquela oculta dele mesmo. Graças a Deus, de ninguém guardei mágoas.
- Irmão, por que a mulher pratica o aborto?
- Ela é levada pelos preconceitos internos.
- Pode explicar melhor?
- Sim, meu amigo. Por mais que a mulher se diga dona do seu corpo, ela ainda não o conhece, e por não conhecê-lo, dele abusa. Quando percebe que não pode controlar a natalidade, a não ser através de métodos anticoncepcionais, vê-se incapacitada.
Por mais que pretenda, não consegue ser sexualmente igual ao homem. Para dominar seu corpo, terá de lhe amortecer as funções. Ela me recorda os obesos: querem emagrecer sem parar de comer. No dia em que a mulher enriquecer sua mente, será dona de seu corpo. Diz-se liberada, mas é prisioneira dos preconceitos. Arraigada aos preconceitos do passado, continua a ser um objeto usado e descartado. A mulher inteligente obtém primeiro sua liberdade intelectual, depois a profissional, para depois fazer a escolha do que deseja realmente na sua condição de fêmea. Acredito mesmo que uma mulher inteligente e realizada profissionalmente jamais praticará o aborto. Quem o pratica hoje em dia são as mais jovens, por temerem as conseqüências dos seus atos. Dizem-se liberadas, mas as de hoje são mais retrógradas do que as de ontem, pois fazem e não assumem. Antigamente os jovens não cometiam tantos erros, pois as vezes que eram imprudentes assumiam o que faziam. Hoje, não. A juventude liberada está por demais medrosa. Também praticam o aborto as domésticas, que vivem para servir, mas não vivem felizes, e para elas um filho a mais é trabalho aumentado. Há também as mulheres de baixa renda que temem a gravidez, porque não vêem meios de criar um filho. Portanto, encaramos o aborto como um fato social. A mulher só o pratica porque ainda se julga um ser pequeno.
A mulher superior, equilibrada, não mata, busca nas fibras do seu organismo físico os elementos que poderão ajudar a sua alma no instante em que terá de viver este momento novo, porque o seu organismo está recebendo outra vida: um filho. Se esta mulher já está realizada intelectual e profissionalmente, acredito que jamais pensará em matar. Porém, a mulher-objeto, que só serve de forma de prazer ao macho, esta mulher não lhe quer bem, é ser perigoso, porque perigosos são todos os seres pequenos que rastejam sob os pés dos homens, e ela, na primeira oportunidade, usará o ferrão.
Ela, a mulher-objeto, não possui ainda a base do equilíbrio. Portanto, Luiz, todas as mulheres que abortam precisam fazer análise; ainda não se descobriram, algumas nem sabem o que é ser mulher. As verdadeiras mulheres possuem o instinto materno, elas são os grandes vultos da Humanidade.
- Mas, Olavo, hoje, em alguns países, pratica-se mais o aborto do que nascem crianças.
- Tem razão. Nunca se viu tanta mulher sem comportamento; despem-se, drogam-se, prostituem-se, sem vacilar. Elas ainda julgam que a igualdade de direitos está no sexo e esquecem que as grandes mulheres e os grandes homens fizeram a História através da inteligência e do sentimento. Hoje a menina deita-se com o companheiro porque está na moda, e não por se completar nele. Resultado: homens e mulheres repletos de neuroses.
- Estou abismado, Olavo, sempre o julguei um defensor das livres atitudes, achando que o homem, para ser feliz, tem de fazer tudo que julga certo.
- Pelo visto, conhece-me pouco. Sou a favor da liberdade da alma. Não acho certo, para livrar-se de algo, ficarmos prisioneiros de outra coisa. Isto é transferência de responsabilidade.
Só devemos dar o passo se a perna estiver firme. Não sou adepto dos tombos, acho que o homem precisa ficar forte para saber andar, ou pular. Um bom psicólogo tem de ajudar o homem a se libertar das amarras, das neuroses, e não descartar uma, adquirindo outras. O sexo hoje é cantado em versos; fala-se de sexo como se ele estivesse exposto em uma vitrine, e não como se deve falar: de algo puro e natural, cujo respeito o homem ainda não lhe dá.
- O senhor é contra a nudez?
- Jamais serei contra a nudez. Se ela fosse pecaminosa, nós não viríamos ao mundo nus. Só não é bom para a mente humana usarmos o nu como se fosse um aperitivo para ser tomado antes de qualquer banquete. O nu é uma das expressões mais singelas da nossa alma; quando a veste de seda ou linho se desfaz, surgindo o corpo, fica defronte dos nossos olhos a máquina física, comandada por uma inteligência chamada espírito.
Se nós, envergonhados, cobrimos as partes íntimas, é a nossa alma que não deseja se mostrar. Mas se caminhamos livremente, sem nos envergonharmos, é a nossa alma que já se despiu dos preconceitos e também confia nos olhos que a vêem. Está vendo, Sérgio, não somos contra a nudez, somos contra as fantasias que o homem carrega na alma e que a fazem por demais maldosa. Mas chegará o dia em que na Terra todos os homens irão se respeitar. Dizem os livros espirituais que o homem encontrará a fonte e, ao se banhar, conhecerá a sua verdadeira personalidade; aí, sim, a Terra será composta de verdadeiros homens, os que já passaram por ela e souberam viver em espírito.
O "papo" estava ótimo, mas Josef veio buscar Olavo; em outra ala sua presença era requisitada. Despediu-se, dizendo-me:
- Sérgio, fite bem o seu corpo, nele estão marcadas as partes importantes, e através delas é que nós paramos ou prosseguimos.
O corpo é máquina, o espírito também, pois quando uma pára, a outra comanda, portanto, ninguém deve sentir-se incapaz. Deus ofertou-nos a inteligência para que não deixemos as nossas máquinas pararem por incompetência. Até mais.
(Extraído do livro Deixe-me Viver- Irene Pacheco Machado – Pelo espírito Luiz Sérgio)
Em seu livro “Deixe-me viver”, Luiz Sérgio nos informa sobre um local para onde são levadas as Entidades que foram abortadas: a Colônia dos Rejeitados, “... que apesar de bela, possui uma aura triste. Olhei ao meu redor e senti certa melancolia até nas flores, apesar das fontes de águas cristalinas emitirem suave fragrância de jasmim”.
Ali, o autor espiritual narra que foram encontrados inúmeros Espíritos com o perispírito deformado, devido ao choque emocional, atingindo a esfera mental. Eram criaturas metade homem, metade criança. É isto mesmo! “...homem com fisionomia de bebê e bebê com fisionomia de homem”.
Estavam ali para recuperarem a forma original de seu perispírito e, após curados no nível psíquico, tentar uma nova reencarnação.
A frase mais comentada entre essas Entidades, quando se estavam se preparando para a volta a um corpo físico era:
- “Nem sei se vou conseguir reencarnar, minha mãe não me aceita, já me abortou... E temo passar outra vez por semelhante situação”.
Como vemos, cada abortado guarda na lembrança o cruel momento do aborto. E levam muitos anos para adquirirem o seu verdadeiro equilíbrio.
“... fomos levados até uma ala dos recém-chegados... Olhando aqueles fetos, formas diminutas, meu coração chorou, que triste quadro! Alguns se encontraram protegidos por mínimas incubadoras, até do tamanho de uma caixa de fósforos, recebendo luz. Trancafiados em um perispírito reduzido, víamos Espíritos quase dementados, porque seus pais os rejeitam, mandando-os de volta”.
“Um aborteiro sequer imagina o mal que está fazendo ao próximo e a si mesmo. Bastava lembrar que, se sua mãe o tivesse abortado, não estaria vivendo a oportunidade da encarnação”.
A terapia para recuperar os abortados
A seguir ilustraremos 3 casos ocorridos na Colônia dos Rejeitados:6
CASO 1:
Luiz Sérgio narra um caso emocionante, mostrando um diálogo entre um médico e um abortado, numa tentativa do Plano Maior em recuperar o seu corpo espiritual:
“Outro caso lamentável foi o de Fernando. Da cintura para baixo possuía a forma de um bebê e da cintura para cima o formato de um homem. Seu olhar cintilava de ódio. O médico lhe perguntou:
- Você é o Fernando? - ele assentiu com leve movimento de cabeça. Deseja conversar hoje?
- Não, nada quero, somente morrer de vez.
- Sabe que isso é impossível. E depois, o plano de Deus espera por você. Terá de voltar à Terra e prosseguir viagem.
- Vocês são loucos e sanguinários. Vejam o meu estado! Obedecendo à Espiritualidade Maior, freqüentei todos os cursos para o mergulho em novo corpo e hoje, o que restou de mim? Uma deformação odiosa, pela rejeição de alguém que prometeu acolher-me no seu ventre. Tudo mentira! Nada quero, não acredito em mais nada. O mundo é feito de ódio.
- Fernando, por favor, vamos buscar sua antiga forma, ela está na sua mente, vamos correr para os braços de Jesus e verá que é capaz de fazê-lo. Nada pode tolher seus movimentos, eles lhe pertencem, portanto, a saúde está em você, busque-a agora, queira-a, meu Irmão!
Fernando gritava:
- Não posso, não vê que tenho um aleijão? Sou homem e bebê.
- Não, você não é um bebê. Você é que insiste em recordar tão triste fato. Esqueça-o, Irmão querido, e busque na sua alma a forma verdadeira do seu corpo de homem. Agora, vamos imaginar cada órgão seu e verá surgir o verdadeiro Fernando.
- Não posso, eles me matam! A mesa ... os aparelhos ... as seringas ... a dor, a dor, a dor queima, queima! ... Não, não me mate, mãe! Nada lhe fiz de mal, peço-lhe somente: deixe-me nascer!
- Fernando, o seu corpo, o seu corpo, Fernando! Molde-o novamente! Molde-o novamente como você era antes!
- Não posso! O líquido me queima, estou sendo assassinado friamente! O que fiz para vocês assassinos? Reduzem-me a feto e, agora, covardemente, abusam da minha pequenez e me matam! Por favor, deixe-me nascer, não os perturbarei jamais. Abandonem-me depois para que outros me criem, mas não me matem, covardes. Eu não tenho armas para me defender. Um dia terão de pagar por isso e o meu ódio será eterno. Como posso chamá-la de mãe, quando assassina um filho inocente e indefeso? Nem os animais praticam tão cruel assassinato. Bandidos, bandidos cruéis!
Dizendo isto, desmaiou”.
CASO 2:
“... fui com meu grupo até o auditório, onde uma platéia muito estranha ouvia atentamente uma preleção de Olavo. Olhei aqueles corpos, sem encontrar palavras para descrevê-los. Alguns Espíritos, bem deformados, possuíam rosto de criança e corpo de adulto; outros, o corpo de criança com braços e pernas de adulto”.
Mais adiante, Luiz Sérgio reproduz uma parte da palestra ministrada por Olavo:
- “O desejo está em oposição às tendências morais. A mulher só pratica o aborto quando se sente incapaz de assumir uma vida, sendo esta a causa de muitas buscarem ajuda nas clínicas abortivas. Mas os abortados precisam conscientizar-se de que o aborto é um ato físico e o Espírito não deve ficar reavivando os fatos tristes que enfrentou. Sei que carrega no corpo a chaga da rejeição, mas nem por isso deve considerar-se rejeitado. Cada cérebro é uma casa, um mundo, enfim, um universo, e somente seu dono pode arrumá-lo. Se ficarmos ornamentando nossa casa, nosso mundo, com enfeites da revolta, da vingança, do ódio, teremos um cérebro perturbado e uma casa mental em desalinho, fugindo do universo de Deus. Sabemos que no momento do violento aborto o cérebro, defendendo-se, deseja, em alguns segundos apenas, dar outra vez nova modelagem ao corpo. Nesse desespero ocorrem anomalias na forma perispiritual. Não esqueçamos que, para chegar à condição de feto, tivemos de aprender a nos concentrar de tal modo que, por vontade própria, déssemos ao corpo perispiritual a forma diminuta”.
Vimos no que foi relatado acima, a necessidade do abortado de não ficar alimentando a vingança, nem de ficar na cômoda posição de rejeitado. Há a forte necessidade de buscar o equilíbrio mental onde, através de exercícios de concentração e mentalização, buscar o contorno para um novo corpo espiritual. Vejamos a seguir, um destes exercícios:
“Olavo mudou o tom de voz, falando suave e pausadamente:
- Agora, neste auditório, vamos olhar as lâmpadas que se encontram no teto e vamos dar um novo colorido à nossa casa mental. Vamos, ainda, buscar no inconsciente o apagador e, depois de ter retirado da mente os fatos cruéis já vividos, vamos fazer crescer a vontade da cura e plasmar com amor um corpo perfeito para nós. Vamos fixar as lâmpadas e agora, como se fôssemos pintores, tocar cada parte do nosso corpo, dando-lhe as formas das quais ele precisa.
Estabeleceu-se completo silêncio. As luzes ganharam uma nova irradiação e todos aqueles Espíritos, de olhos bem abertos, fixaram as lâmpadas para depois cerrarem os olhos e pouco a pouco foram moldando, cada qual um novo corpo”.
CASO 3:
A seguir um outro exemplo do trabalho terapêutico dos Mentores Espirituais com as Entidades abortadas com deformações no corpo espiritual:
“...e Jacó, em posição de lótus, à frente de Gustavo na mesma posição, iniciou o trabalho mental. Jacó de mãos juntas sobre o peito, cabeça baixa, orava em silêncio. Gustavo, também na mesma posição, tentava entrar em sintonia.
Começou Jacó a falar, num tom de voz dulcíssimo. Sua voz era tão suave que receei também entrar em estado hipnótico.
- Gustavo, a roseira perdoa a mão do jardineiro que lhe furta a rosa perfumada; a terra não reclama paternidade quando o agricultor a abandona, levando os cereais; os pais não amaldiçoam os filhos quando saem de casa para construir um novo lar. A vida só tem valor se a colorirmos de perdão. Neste instante, vamos buscar, na nossa casa mental, o Médico que ganhou de Deus o diploma da vida e optou pela morte; que ele possa ser tocado na sua consciência e compreenda o mal que pratica contra inocentes criaturas; que os aborteiros recebam de nós uma chuva de amor e perdão; que nas suas consciências brotem a semente do Amor. Vamos buscar Paulo e Andréa e dizer-lhes que nada se compara à missão dos pais; que interrompendo uma gravidez, eles estão retardando o momento glorioso de apertar um filho nos braços.
Observava Gustavo, enquanto Jacó prosseguia. Seus olhos pareciam divisar os momentos dramáticos do seu contato com o corpo de sua mãe. O olhar foi ficando duro. Jacó só falava em perdão. A medida que foi falando, Gustavo foi também relaxando e adquirindo um novo olhar, menos vago e mais lúcido. Eu estava emocionadíssimo, mas tinha de fazer força para não atrapalhar o trabalho. Jacó acrescentou:
- Mantenha o pensamento em Deus, firme n’Ele os seus propósitos e busque recordar-se do seu corpo na forma adulta, sem deformações; busque o Gustavo homem.
Em poucos segundos Gustavo se nos apresentou um belo jovem de 27 anos; não saira da posição inicial, apenas crescera ali na frente de Jacó, recebendo forte carga magnética não só do Irmão-paz, como de todos nós que ali estávamos. A operação foi longa e me pareceu complicada, tanto que para realizá-la contamos com Jacó, que na última encarnação foi um líder hindu, conhecedor do magnetismo humano. Gustavo de tanto esforço, caiu desmaiado, sendo socorrido pelos enfermeiros da casa”.
(Do livro "Deixe-me viver" de Luiz Sérgio- Retirado do boletim GEAE nº 470)
A Astronomia é a mais antiga das ciências .Descobertas arqueológicas têm fornecido evidencias de observação astronômicas entre os povos pré-históricos .Desde a antiguidade, o céu vem sendo usado como mapa , calendário e relógio. Os registros astrônomos mais antigos datam de aproximadamente 3000ª.C. e se devem aos chineses , babilônios ,assírios e egípcio.Naquela época, os astros eram estudados com objetivos práticos , como medir a passagem do tempo para prever a melhor época para o plantio e a colheita, ou com objetivos mais relacionados à astrologia , como fazer previsões do futuro, já que acreditavam que os deuses do céu tinham o poder da colheita , da chuva e mesmo da vida
O dia 2 de dezembro, data de nascimento do imperador do Brasil, Pedro II, foi escolhido dia da Astronomia em sua homenagem, pois ele era astrônomo amador. A sociedade Brasileira de Astronomia, fundada em 1947, indicou a data e também conferiu a Pedro II, um grande incentivador da ciência astronômica, o título de patrono da Astronomia Brasileira.
No mundo de hoje, o que se pesquisa e comprova é saudado como contribuição para a humanidade, mas houve um tempo em que os homens eram condenados a morrer por causa de suas teorias. Entre esses, estavam alguns importantes astrônomos.
Se pesquisamos sobre os grandes cientistas e inventores na história da humanidade, vamos descobrir que muitos deles foram astrônomos, que estenderam seu olhar para fora da Terra e tanto colaboraram para a evolução global do conhecimento. Idéias como as dos filósofos gregos (e astrônomos) Hiparco e Ptolomeu, de que a Terra era o centro do Universo, com planetas e estrelas girando em torno dela, perduraram por 14 séculos, até que Nicolau Copérnico, chamado pai da Astronomia Moderna, juntamente com Galileu Galilei as revolucionaram.
Fonte: IBGE
Você sabia que o dia 2 de dezembro é o Dia Nacional do Samba? Mas por que justo no dia 2 de dezembro? O motivo é curioso: Ary Barroso (foto), um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos compôs o samba Na Baixa do Sapateiro, que tinha uma letra que exaltava a Bahia, sem nunca ter visitado nenhuma cidade baiana.
Mas na primeira vez que ele pisou em Salvador, num dia 2 de dezembro, o vereador baiano Luís Monteiro da Costa aprovou uma lei que declarava que aquele dia seria o Dia Nacional do Samba, numa forma de homenagear o compositor. A partir desse acontecimento a data tornou-se um dia para se comemorar toda a riqueza do samba, um dos principais patrimônios culturais brasileiros.
Atualmente somente duas cidades costumam comemorar o Dia do Samba: Salvador e Rio de Janeiro. Em Salvador sempre tem grandes shows lá no Pelourinho, com artistas e cantores famosos e com os sambistas locais. Alguns como Nelson Rufino, Walter Queiroz, recebendo convidados como Paulinho da Viola, Elza Soares, Dona Ivone Lara. No Rio de Janeiro a festa fica por conta do animadíssimo Pagode do Trem. No Dia do Samba o pessoal se reúne lá na Central do Brasil, lota um trem inteirinho e vai tocando e cantando até o bairro de Oswaldo Cruz, onde lá formam-se várias rodas de Samba. Os vagões vão sempre lotados e em cada vagão vai um grupo que agita as rodas de Samba do Rio de Janeiro, incluindo grupos com sambistas famosos e locais. Alguns vagões levam os repórteres e outros da mídia que aparecem por lá para registrarem o fato. A Beth Carvalho costuma aparecer por lá para dar aquela força.
Fonte: CEDI Camara dos Deputados
O relações públicas é um dos profissionais da assessoria de comunicação da empresa que cuida da imagem institucional . Ele estrutura projetos, pesquisa ou quadro econômico, político, social e cultural, analisa o mercado, desenvolve promoções e eventos. Para isso, ele necessita de muita habilidade comunicativa. É necessário saber falar em público, redigir documentos e comunicados, adaptar a linguagem ao público e entender de estratégias de marketing.
Para promover uma boa imagem da empresa ou do órgão em que trabalha, o relações públicas deve criar artigos, sugestões de pauta e divulgar material para a imprensa, sempre se preocupando com a veracidade das informações passadas. O relações públicas rastreia o noticiário verificar alguma matéria ou reportagem que foi pautada pelas informações que ele passou da empresa. Assim, o relações públicas produz relatórios de visibilidade da empresa na imprensa.
É responsabilidade desse profissional formular políticas de administração de crises. Qualquer problema que a empresa venha a ter com a sociedade deve ser “tratado” pelo relações públicas, de maneira que a empresa se desculpe pelo transtorno e amenize as conseqüências disso para sua imagem.
Para o exercício dessa ocupação, o profissional deve se formar em um curso de relações públicas. O domínio de, ao menos, uma língua estrangeira é desejável, pois a comunicação é a base de sua profissão.
Fonte: UFGNet
Apesar do nome soar estranho aos nossos ouvidos, o numismata já é uma figura um tanto conhecida. Ele é o colecionador de selos e moedas. Além de fazer isso por hobbie, muitos numismatas auxiliam especialistas das diversas áreas de museus nos trabalhos de organização, conservação, pesquisa e difusão de documentos e objetos de caráter histórico, artístico, científico e literário.
O museu não é a única área de atuação do colecionador de selos e moedas “profissional”. Ele pode trabalhar em entidades culturais e de ensino, mas geralmente são autônomos e costumam trabalhar sozinhos ou em equipes. Geralmente, esse profissional aprende na prática tudo o que precisa saber sobre os selos, mas entender um pouco de museologia é importante para o aprendizado.
O numismata por hobbie ou por profissão deve saber como expor uma coleção. Além de colaborar o planejamento logístico da exposição, ele deve supervisionar o translado do acervo, subsidiar com informações a criação de catálogos, selecionar peças do acervo para exposição e verificar textos elucidativos do acervo. Assim como toda peça de coleção, as moedas e os selos requerem bastante cuidado, pois geralmente são peças bastante raras. Além do mais, é importante que as informações a respeito de cada peça sejam bem elucidadas para os visitantes.
Os selos e moedas geralmente são comercializados ou trocados através de leilões e através de exposições. Com a internet, esse filão do mercado se tornou ainda maior.
Fonte: UFGNet
O 1o. de dezembro se transformou em dia de luta contra a Aids com o apoio da Organização das Nações Unidas - ONU - e a Assembléia Mundial de Saúde. Nesse dia, é importante reforçar a solidariedade e a compaixão com as pessoas portadoras do vírus HIV. As campanhas também visam diminuir o preconceito em relação aos portadores do HIV, explicando as maneiras de contágio.
A Organização Mundial da Saúde passou a escolher grupos sociais atingidos pela Aids e definir estratégias para uma campanha com o objetivo de sensibilizar a opinião pública. Desde 1988, esse dia vigora no Brasil. Uma portaria foi assinada visando alertar a população contra os avanços da doença.
O vírus HIV é o causador da Aids e foi descoberto em 1979, pelo Instituto Pasteur, na França. A sigla do vírus está em inglês e significa Vírus da Imunodeficiência Humana. A sigla Aids, em português, significa Síndrome da Imunodeficiência Humana. O vírus da Aids atua como um parasita ao se instalar em um célula e age como um oportunista, baixando a imunidade das pessoas. Dessa maneira, os portadores podem facilmente ficar doentes, o organismo não consegue se defender sozinho. Assim, as pessoas não morrem de aids, mas sim de uma doença que aproveita a baixa do sistema imunológico. No entanto, existem portadores do vírus HIV que não desenvolvem a Aids e sua imunidade permanece inalterada.
A transmissão do vírus não acontece pelo ar ou pelo toque, é necessário que haja condições específicas como relações sexuais sem camisinha, transfusão de sangue contaminado, uso de seringas já utilizadas etc.
Existem várias maneiras de tratar um paciente quando se detecta o vírus precocemente. Quanto mais cedo a pessoa infectada iniciar o tratamento médico, mais possibilidades de estabilizar a doença e, conseqüentemente, manter uma boa qualidade de vida.
Fonte: UFGNet
O imigrante é aquele que que mora em um país diferente do que nasceu. E o seu dia é comemorado no primeiro domingo do Advento. Advento é o período de 4 semanas antes do Natal. Então é uma data móvel. Foi instituído por Decreto Estadual n. 31.128, de 14 de novembro de 1957, governo Jânio Quadros.
Existem situações sociais que são propícias à imigração. Por exemplo: um país pode precisar de indivíduos para povoamento, para oferecer sua força de trabalho, esse país pode até trabalhar com políticas de imigração. Essas políticas facilitam a naturalização de imigrantes ou a normalização de pessoas em situação ilegal e até promovem intercâmbios entre profissionais e alunos de outros países.
Porém, a imigração nem sempre é bem vinda. Existem outros fatores que levam uma pessoa a imigrar como a busca de oportunidade de empregos melhores, guerras, fome, motivos políticos e outros. Por causa disso, o imigrante muitas vezes se submete a situações adversas, como subempregos ou a ilegalidade, para buscar um melhor lugar para viver
O Brasil foi um país que dependeu muito da imigração. Nos primórdios da colonização, o Brasil foi berço da imigração "coercitiva", isto é, forçada, pois foram trazidos africanos para serem escravizados. Em 1808, D. João VI, rei de Portugal, permitiu que estrangeiros possuíssem terras no Brasil. Um exemplo de corrente imigratória no Brasil dessa época é Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, fundada por colonos suíços.
Ao longo da segunda metade do século XIX e no século XX ,imigrantes italianos se deslocaram até São Paulo para o trabalho na lavoura do café. Iniciado o processo de industrialização, na década de 30, os italianos procuraram as cidades participando desse processo como mão-de-obra e como investidores. Os japoneses também estão concentrados em São Paulo e vieram trabalhar nas lavouras de café, incentivados pelo governo japonês.
Além de africanos, japoneses e italianos, o Brasil também recebeu gente da Holanda, da República Tcheca, da Polônia e Rússia.
Fonte: UFGNet
Se você vier
Pro que der e vier comigo
Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva
Se a chuva cair
Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar
Nesse dia branco
Se branco ele for
Esse tanto esse canto de amor
Se você quiser e vier
Por que der e vier comigo